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sábado, 12 de fevereiro de 2011

Você sabe amar?



Amigas, estamos no mês e mais concretamente na semana do amor,
Já se vêm as movimentações peculiares nesta época, montras a vermelho e branco, floristas/casas de brindes recheadas, tudo a ser preparado para o dia 14 de Fevereiro, dia dos namorados, dia do amor!
Amor! Esse sentimento inexplicável que em algum momento tomou conta nós.... Todos nós temos uma história de amor, todos nós já amamos, a questão é será que sabemos amar?


Estou aprendendo a aceitar as pessoas, mesmo quando elas me desapontam.
Quando fogem do ideal que tenho para elas, quando me ferem com palavras ásperas ou ações impensadas.


É difícil aceitar as pessoas assim como elas são, não como eu desejo que elas sejam.
É difícil, muito difícil, mas estou aprendendo.


Estou aprendendo a amar.
Estou aprendendo a escutar, escutar com os olhos e ouvidos, escutar com a alma e com todos os sentidos.


Escutar o que diz o coração, o que dizem os ombros caídos, os olhos, as mãos irrequietas.
Escutar a mensagem que se esconde entre as palavras corriqueiras, superficiais; descobrir a angústia disfarçada, a insegurança mascarada, a solidão encoberta.
Penetrar o sorriso fingido, a alegria simulada, a vangloria exagerada.
Descobrir a dor de cada coração.


Aos poucos, estou aprendendo a amar.

Estou aprendendo a perdoar.

Pois o amor perdoa, lança fora as mágoas, e apaga as cicatrizes que a incompreensão e insensibilidade gravaram no coração ferido.

O amor não alimenta mágoas com pensamentos dolorosos. Não cultiva ofensas com lástimas e autocomiseração.

O amor perdoa e esquece, extingue todos os traços de dor no coração.


Passo a passo estou aprendendo a perdoar, a amar.


Estou aprendendo a descobrir o valor que se encontra dentro de cada vida, de todas as vidas. Valor soterrado pela rejeição, pela falta de compreensão, carinho e aceitação, pelas experiências vividas ao longo dos anos.
Estou aprendendo a ver nas pessoas a sua alma e as possibilidades que Deus lhe deu.


Estou aprendendo. Mas como é lenta a aprendizagem.


Como é difícil amar.

Todavia, tropeçando, errando, estou aprendendo.


Aprendendo a pôr de lado as minhas próprias dores, meus interesses, minha ambição, meu orgulho quando estes impedem o bem-estar e a felicidade de alguém.

Como é duro amar. Eu estou aprendendo.


quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Conversa para adormecer... a vaca


1. És a mulher que sempre quis ter.

2. Com a gravidez a minha mulher engordou muito, não suporto aquelas banhas. Cuida-te hein?!

3. A minha esposa não me compreende e nunca atende aos meus desejos como tu o fazes.

4. Estou farto deste casamento: até dormimos em camas separadas, mas tenho que ir já já para casa

5. Em breve vou-me separar. Só não o faço agora por causa dos miúdos, sobretudo o mais novinho que é doentinho e precisa de cuidados especiais.

6. Acredita, este casamento nunca andou bem e tu dás uma outra cor a minha vida.

7. Ela trai(u)-me!

8. Há muito que não amo a minha mulher: só a ti, minha linda.

9. Vivo com ela, mas é a ti que amo!

10. Queres maior prova de que é a ti que amo do que este carro?

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Padrinhos ou $uporte$ financeiro$?


Madrinha/padrinho é mulher/homem que se apresenta a alguem (geralmente criança) para ser baptizado ou crismado, com o compromisso implícito de, na ausência dos pais provê-lo de tudo quanto seja necessário -http/pt.wiktionary.org/wiki/madrinha

Quem não se sente feliz ao receber um convite para ser padrinho /madrinha de uma criança? Não há honra maior do que essa, pois esta é uma demonstração de confiança por parte dos pais da criança, é um convite para participar dos momentos marcantes desde a tenra idade até a fase mais crescida da sua vida. Ou seja é como se os padrinhos se tornassem uma segunda mãe ou um segundo pai. Portanto alguém presente que apoia, aconselha, orienta enfim, faz parte da nossa vida.

Geralmente, o primeiro par de padrinhos adquirimos quando crianças, no nascimento ou no baptizado partindo do princípio que na maior parte dos casos somos baptizados quando crianças. Estes padrinhos, são maioritariamente escolhidos pelos nossos pais, ou porque são amigos ou mesmo familiares próximos.

Já adultos, quando chega a fase de casamento tanto podemos manter os padrinhos de nascimento/baptizado como podemos escolher outros, aqui a escolha pode ser nossa. Muitos têm outras lógicas na escolha desses personagens, usam critérios que pouco ou nada têm a ver com o seu papel “tradicional”, escolhem-nos pelas condições financeiras, esquecendo-se que o papel deles deve ser outro, antes de tudo devem ser pessoas próximas, capazes de falar e serem ouvidas, responsáveis e com a capacidade garantir que tudo corra bem antes e depois do casamento. Estas características podem estar ou não alidadas a uma boa situação financeira.

Hoje, receber um convite de padrinho/madrinha significa assumir parte das despesas da festa de arromba do casamento, que não são poucas aliás vão aumentando dia após dia. Não é por acaso que muitos declinam tal responsabilidade, não por falta de perfil mas por não posssuir condições financeiras a altura dos desígnios dos afilhados!

Outro factor que se tem verificado ultimamente é o alargamento do “estatuto” de padrinhos. Hoje há padrinhos para tudo! Aniversário, xitique, apresentação, graduação, lobolo....enfim para cada evento que ocorre na vida tem que haver uma madrinha/padrinho com todas as largas responsabilidades (financeiras) que lhe são incumbidas.

Esta situação leva-me a pensar alto e com os amigos leitores deste blogue afinal porque é que precisamos de padrinhos? Quem deve ser padrinho? Porque será que os atributos financeiros se sobrepõem aos valores sociais do que se deve ou não esperar de um padrinho? Pelo andar da carruagem não tarda termos padrinhos por incrível que pareça até para o funeral...

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Copa 2010 – Sua influência sobre as mulheres




Ainda na ressaca do mundial 2010, evento realizado aqui na vizinha Africa do Sul e que mexeu com todas as sensibilidades, dada magnitude e importância proponho-me a falar de dois elementos que são considerados paixões do universo masculino, o futebol e as mulheres.

Até bem pouco tempo não era possível estes dois elementos (mulher e futebol) coabitarem no mesmo espaço, entretanto, paulatinamente o “desporto rei” está interessando o espaço feminino.
Estamos a entrar na fase em que não basta apenas usar os dotes culinários ou “camais” para segurar o homem. Hoje, a criatividade é determinante na vida a dois e o cocktail “mulher+futebol” pode fazer muita diferença no relacionamento.

Durante a copa era possivel ver mulheres vestidas a rigor, com a respectiva vuvuzela em locais públicos como restaurantes, bares e até os salões de cabelereiro, substituíam as novelas ou outros “reallity show” por futebol. Era também comum vê-las preocupadas em preparar os acepipes, gelar a cervejinha para que o maridão e seus amigos/familiares se sentissem bem acolhidos, e não para por aí a mulherada não só assistia como já batia papo “taco a taco” com os homens, investigavam, levavam novidades para os companheiros enfim, uma sintonia perfeita.

Lembro me que na véspera do mundial circulou um e-mail com regras estritamente direccionadas para as mulheres. Era um “manual de procedimentos” que as mulheres deveriam seguir durante a copa, o texto era bem claro elas tinham que deixar os homens em paz durante a temporada, sendo que o seu papel deveria ser o de pura e simplesmente organizar a logística.

Muitos homens previam que a época da copa seria um problema para eles, provavelmente levados pela ideia de que mulher não entende nada de futebol, faz muito barulho, pergunta tudo e nada, e só atrapalha. Portanto, seria impossível a convivência. Felizmente na maior parte dos casos não foi o que sucedeu, posso arriscar que esta época chegou a aproximar mais certos casais.

Outro aspecto que pode causar um desconforto nos homens é o facto de elas ao invés de se interessarem pelo jogo, desviarem as atenções para jogadores, os “gritinhos” delas não são pela finta ou pelo golo mas pelo tamanho do bíceps, o formato da perna, a tatuagem, e até pelo glamour do jogador, há cada vez mais futebolistas metrossexuais (vejam o Cristiano Ronaldo).

Mas vamos combinar oh rapaziada há casos em que não é possível ser indiferente, existem jogadores que são verdadeiros monumentos, e nem precisamos entender de futebol basta apenas assistir, e a culpa é da natureza! Queria eu ver se o futebol praticado pelos homens fosse também praticado pelas mulheres na mesma dimensão, como regiriam voces ao verem a um jogo cheio de mulherões? Pois é...

Para terminar quero aqui dar os parabéns as vasikate por mais uma vez terem tirado isto de letra, e acompanharem os vavana durante a copa de uma forma pacífica e eles também estão de parabéns por terem deixado espaço as vasikate e desta forma terem contribuído para a harmonia durante a copa.

Tenho para mim que esta copa mudou completamente a forma de estar das mulheres perante o futebol, mesmo as que já se interessavam jamais serão as mesmas. Agora enquanto esperamos pelo Brasil 2014 venha daí a liga dos campeões, o CAN ( esperamos que os nosso mambas estejam lá) e as demais ligas que nós estamos prontas!

PS: O estádio nacional que se esperava ser de grande valia durante a copa a quantas é que anda?

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Erotismo caseiro

0101Somos muito limitados quanto ao acesso aos sex shop pois alguns dos locais que vendem produtos sensuais são muito discretos, logo desconhecidos para muitos. Apimentar o assunto entre 6 paredes (as 4 laterais e as do chão e do tecto), não é tarefa fácil e, não sei porque cargas de agua, acaba sendo da responsabilidade exclusiva da mulher como se ela fosse a única interveniente nesse momento à dois e a gemidos com prazer.

Mas, ao contrário do que parece, em nossas casas e em nossos quartos é possivel encontrar surprendentes condimentos do prazer. A gravata dele, pode servir para jogos muito excitantes. Experimente ata-lo a cama ou vendar-lhe os olhos com ela. Ele nem vai crer que aquele trapinho do sufoco semanal pode provocar tanto prazer.

Para criar o clima, na falta de uma cama redonda, use lençois de cetim (há muito tecido à venda. Vá lá, esse investimento vale a pena!), velas coloridas acesas, incenso suave (não vá o excesso provocar náuseas ao moço) e pétalas de flores secas, que você guarda com tanta religiosidade, espalhadas pelo quarto (cuidado, pela secura, na cama podem desconfortavéis) transformam-no num paraíso.

Para despertar os sentidos, use mel ou leite para benzutar e lambuzar-se até a exaustão. Para refrear os animos já de si animados, nada melhor do que cubos de gelo ou a brisa fresca da ventoinha de casa. Se pretende treinar o seu instinto sado ou maso, vale tudo nessa hora, o cinto dele pode ser de grande serventia. Use também écharpes suas e todas outras coisas que você imagina que possam retemperar as coisas.

Ah, não se esqueça de fazer uma visita à geleira após um dia de compras no mercado: há vegetais e lactocinios pecaminosos...

quarta-feira, 10 de março de 2010

Senhora "doi-me a cabeça"


Muitas vezes, por razões que nem elas mesmas conhecem, frequentemente, na hora do «vamos lá fazer», as mulheres refugiam-se ou na desculpa da dor de cabeça e do cansaço ou então preferem ir as vias de facto fingindo ter, no calor do momento, um imenso prazer, não raras vezes a causa disso tudo é o Desejo Sexual Hipoactivo.

Desejo Sexual Hipoactivo é um transtorno sexual que caracteriza-se pela diminuição ou ausência completa de fantasias eróticas e de desejo de ter actividade sexual resultante de desequilibrios hormonais e da depressão (intensa tristeza, baixa auto-estima, etc.).

Ora, ao alegarem o primeiro pretexto, muitas fogem da relação sexual e com isso impedem que os parceiros as entendam e ajudem nesse momento delicado. No segundo caso, combatem o problema com uma forte mas falsa apetência sexual e fingem o orgasmo.

Nesse andar de coisas, imputar responsabilidades, sobre a falta de desejo sexual, ao parceiro é um pulo e essa rota de colisão fatalmente leva ao desajuste conjugal. Solução possível ? Conversa aberta e franca, reeducação sexual, aconselhamento médico e, porque não, psicológico.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Amor....


AO QUE O AMOR ME LEVAR*


Ao que o amor me levar

Entrego em grande o que sou

E mesmo que a luz não me nasça

Confio na alma que me cativa

E piso o risco com esperança


Renego o que sou pra vencer

Rendo o que sonho pra crescer

Confio no tempo que não falha

E mesmo que o amor não brilhe

Espero vive-lo sem escolha


Me espanta como é o destino

Que do nada esconde o querer

Com o medo e incerteza te casa

E de infeliz te torna vítima

Pra com lagrimas de tudo te arrependeres


Me alegra a vida também

Que do infortúnio te traz prazer

Que na fidelidade te torna ridículo

E no absurdo encontras descanso

Pra na morte te vestires de culpa


Ao que o amor escolheu me dar

Permanecerei porem como mula

Negarei sim a submissão

Pra nesta cruz que levo com prazer

A liberdade intacta conservar


*Este poema pretence ao Custódio Duma e roubei-o do seu blog.

Hoje é um dia muito especial, o dia dos namorados. Um dia em que se trocam presentes, juras e promessas, pede-se perdão e perdoa-se, tudo em nome do amor.
Mas também pode ser um dia de dor, medo, angustia, solidão, incerteza, tudo isso também em nome do amor, e é isso que não percebo, como pode o amor causar alegrias e tristezas? Porque não podemos todos amar e ser felizes no amor? Ou não sabemos amar? Será difícil?

Amar o que é?

Nada mais é do que compreeder a/o companheiro /a como ele/a é, não como gostariamos que fosse mas como é! Mesmo quando nos desilude, quando foge daquilo que são as nossas aspirações, quando nos magoa com palavras ou actos… saber perdoar, não guardar mágoas, saber apagar as marcas que a dor deixou na alma, saber admirar as suas qualidades, saber que em cada ser humano existem valores,tentar descobrí-los e maximizá-los, saber ler nas entrelinhas, saber interpreter um sorriso, um olhar, saber ver na pessoa amada a sua alma e as qualidades que Deus lhe deu, saber que tal como nós é um ser humano e tem um misto de sentimentos e emoções, defeitos e virtudes, saber colocar tudo de lado, nossos interesses, orgulho, medo, dor, ambição tudo ! Porque não fazem bem a pessoa amada e por via disso não fazem bem a nós próprios.

Mais do que flores, jantares, alianças o amar é ……..

Feliz dia de são Valentim a todos!

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Finanças domésticas



Nos dias de hoje, para alguns, é mais difícil falar de dinheiro no casamento do que de outro assunto qualquer. Os casais embora dividam o mesmo tecto preferem manter as contas bancárias separadas e cada um faz seus gastos pessoais sem dar satisfação ao outro.

A partir das conversas com amigos e não só percebo que existem muito poucos casais que tem uma conta conjunta onde caem todos os rendimentos de ambos, o mais comum é que cada um ter a sua conta e os dois tirarem parte desses rendimentos para custear as despesas domesticas.

Nestes casos a questão financeira é um grande tabu entre os casais, muitos não sabem quanto o outro ganha, e, quando a mulher ganha mais do o vizinho da cama as contas dentro de casa tem que ser discutidas com muita cautela pois, o homem tem muita dificuldade em lidar com a situação, o que faz com que cada vez que ela fale em dinheiro ele se sinta humilhado, reduzido, invadido o seu aspecto natural de macho dai as brigas que podem até levar a separação.

Existem casos de mulheres que fazem questão de lembrar sempre ao marido que quem ‘banca’ lá são elas, chegando até a tomar a liberdade de escolher sozinha tudo que implica dinheiro por exemplo a cor dos sofás da sala só porque é ela quem os vai pagar. Por outro lado, há mulheres que sabem entender a situação financeira do marido e nem se quer nota se que ela ganha mais do que o ele, cedem-no o seu próprio carro, fazem maior parte das despesas em mas nem por isso ele deixa de ser os homem da casa.

Quando o homem ganha mais que a mulher é mais fácil administrar a situação, é normal, aceitável, assim é que deve ser, haverá ordem e respeito em casa! Os homens apreciam mulheres independentes, mas isso é só durante o namoro, quando dividem o mesmo tecto a coisa muda de figura, eles adoram uma
senhora dona tapete do seu lado, chegam mesmo a pôr em causa a vida profissional da mulher, reclamam que ela não cuida da casa, dos filhos enfim.

Mas afinal qual seria o modelo financeiro ideal para os casais? Existe algum? Jogo aberto onde cada um declara todos os seus rendimentos e discute se em conjunto o que fazer? O semi aberto onde só sai o necessário para viver e o que sobra fica no segredo dos deuses?

Alguns dirao que o meu texto está cheio de “matendências” pode ser, mas afinal o que é a vida senão um conjunto de “matendências” das nossas conveniências?

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Senhora dona tapete

O medo do abandono, por parte do parceiro, que tem múltiplas consequências psicológicas e sociais como o julgamento social ou o medo de ter sob sua única responsabilidade a educação dos filhos, sobretudo se desempregada, faz com que muitas mulheres façam de tudo visando a todo o custo agradar a cara-metade, mesmo se de lucro ganha bofetadas.

Para estas mulheres, a simples ameaça de abandono é sinônimo de desespero pois a vida apenas faz sentido enquanto ela tiver o “lar garantido” esquecendo-se frequentemente de si mesma. Para servi-lo, vale até servir de tapete, aliás ser esse mísero acessório doméstico parece até ser um prazeiroso sacrificio que pelo qual vale a pena passar.

Agradar o companheiro em tudo é palavra de ordem e, caso ele não concorde com algum desejo ou vontade dela, isso é imediatamente deixado de lado, para evitar contrariá-lo. Com essa atitude, de senhora dona tapete, a mulher castra as suas vontades e desejos em nome da segurança e equilibrio que acredita ser unicamente sustentado pelo amado(?).

Mas esse papel não é só vivido por mulheres com aliança no dedo. Namoradas que prevêm um futuro com o namorado, fazem isso em nome desse longíquo futuro. As outras são campeãs no papel de senhora dona tapete: prestam-se a qualquer serviço, sobretudo no domínio sexual, o que faz delas as “tais”, em nome desse romance proibido e de tudo mais que lucram com isso.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Perguntas!


“Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á.” (Mateus 7:7)


Talvez é imbuído por este espírito que as crianças a partir duma determinada altura no seu almejado desenvolvimento físico, espiritual, intelectual e emocional que multiplicam as perguntas inocentes (?) e incómodas (?) nalgumas ocasiões.

Mas porquê incómodas? há algum mal em as crianças querem perceber melhor o mundo e a realidade que as rodeia? Incómodas são as perguntas das crianças ou as nossas mentes ‘’adultas’’, apressadas e viciadas acabam vendo incómodo em ‘’simples’’ necessidade de alimentar o ego das crianças?

Quero acreditar que a situação no mínimo varia de caso para caso mas em geral com a maioria dos adultos com quem já troquei ideias há enormes dificuldades em dar resposta a algumas perguntas que a partir duma certa idade não nos escapam.

Dependendo do grau de informação e ou amizades que a criança tem a denominada “fase dos porquês” em que elas desenvolvem a curiosidade, e fazem muitas perguntas pode vir mais cedo ou mais tarde, mas sempre vem e com ela os embaraços também.

Muitas vezes nós os adultos em geral irritamo-nos com as perguntas, não sabemos como (re) agir se respondemos com todas as letras dizendo a ‘’verdade’’, que verdade é essa, não sabemos se ignoramos, mentimos ou omitimos, a fuga apressada apaga as lamparinas do juízo que nos faça perceber que é um comportamento perfeitamente normal, aliás como revela um estudo recente, que a curiosidade pode ser um sinal de inteligência superior.

Outro problema que pode preocupar os adultos próximos a uma criança curiosa é facto de não sabermos a partir de que idade devemos começar a falar de certos assuntos com as crianças, ou seja, se devemos ou não responder com todas as letras o que a criança perguntou.

Eu já me encontrei várias vezes em situações de saia justissima, a última foi quando o meu filho (5 anos) pediu para entrar na casa de banho comigo porque também queria fazer xixi, o primeiro foi ele a fê-lo de pé, em seguida fui eu tive obviamente que me sentar e a pergunta não tardou “mãe tú fazes xixi do rabo? fiquei sem saber o que dizer...

Existem muitas outras situações que acredito que os amigos já passaram por elas, a questão que se coloca é como agir em situações destas? Principalmente tratando-se duma criança, devemos dizer as coisas tal e qual elas são? Como? E se não o dissermos estaremos a agir adequadamente? O que é adequado nestas circunstâncias? Se é verdade que perguntar não é mau porque é que nos incomoda a curiosidade ou ausência dela nas crianças? O problema são as perguntas das crianças ou o susto dos adultos?


No meio de tantas incertezas que tentei partilhar ao longo deste post uma coisa é certa todos nós um dia já perguntamos, estamos ou estaremos sujeitos a responder certas perguntas que acredito na sua maioria feitas na melhor das intenções mas que a resposta é uma verdadeira pedra no sapato...

domingo, 8 de novembro de 2009

Recomenda-se...

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Verdade ou mentira?


Homem, você será corno, a menos que:

- Nunca deixe uma mulher moderna insegura.
Antigamente elas choravam. Hoje elas simplesmente traem, sem dó nem piedade.

- Não ache que ela tem poderes 'adivinhatórios'.
Ela tem de saber da sua boca - o quanto você gosta dela. Qualquer dúvida neste sentido poderá levar às conseqüências expostas acima.

- Não ache que é normal sair com os amigos (seja para beber, para jogar futebol) mais do que duas vezes por semana, três vezes então, é assinar atestado de 'chifrudo'. As 'mulheres modernas dificilmente andam implicando com isso, entretanto, elas são categoricamente 'cheias de amor para dar' e precisam da 'presença masculina'. Se não for a sua meu amigo... Bem....

- Quando disser que vai ligar, ligue, senão o risco dela ligar pra aquele ex bom de cama é grandessíssimo.

- Satisfaça-a sexualmente.
Mas não finja satisfazê-la. As 'mulheres modernas' têm um pique absurdo em relação ao sexo e, principalmente dos 30 aos 42 anos, elas pensam - e querem - fazer sexo TODOS OS DIAS (pasmem, mas a pura verdade)... Bom, nem precisa dizer que se não for com você...

- Lhe dê atenção. Mas principalmente faça com que ela perceba isso.
Garanhões mau (ou bem) intencionados sempre existem, e estes quando querem são peritos em levar uma mulher às nuvens. Então, leve-a você, afinal, ela é sua ou não é????

- Nem pense em provocar 'ciuminhos' vãos.
Como pode-se constatar, mulher insegura é uma máquina colocadora de chifres.

- Em hipótese alguma deixe-a desconfiar do fato de você estar saindo com outra.
Essa mera suposição da parte delas dá ensejo ao um 'chifre' tão estrondoso que quando você acordar, meu amigo, já existirá alguém MUIT O MAIS 'comedor' do que você.... só que o prato principal, bem... dessa vez é a SUA mulher.

- Sabe aquele bonitão que você sabe que sairia com a sua mulher a qualquer hora?
Bem... de repente a recíproca também pode ser verdadeira. Basta ela, só por um segundo, achar que você merece... Quando você reparar.... já foi.

- Tente estar menos 'cansado'.
A 'mulher moderna' também trabalhou o dia inteiro e, provavelmente, ainda tem fôlego para - como diziam os homens de antigamente - 'dar uma', para depois, virar de lado e simplesmente dormir.

- Volte a fazer coisas do começo da relação. Se quando começaram a sair viviam se cruzando em 'baladas', 'se pegando' em lugares inusitados, trocavam e-mails ou telefonemas picantes, a chance dela gostar disso é muito grande, e a de sentir falta disso então é imensa. A 'mulher moderna' não pode sentir falta dessas coisas... senão...

Bem amigos, aplica-se, finalmente, o tão famoso jargão: 'Quem não dá assistência, abre concorrência e perde a preferência'. Deste modo, se você está ao lado de uma mulher de quem realmente gosta e tem plena consciência de que, actualmente o mercado não está para peixe (falemos de qualidade), pense bem antes de dar alguma dessas 'mancadas'...

Proteja-a, ame-a, e principalmente, faça-a saber disso. Ela vai pensar milhões de vezes antes de dar bola pra aquele 'bonitão' que vive enchendo-a de olhares.... e vai continuar, sem dúvidas, olhando só pra você!!! 'Quem não se dedica, se complica...'

Como diz uma amiga: MULHER NÃO TRAI, APENAS SE VINGA.


PS: Ha ou não ha emails que dão que pensar?

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Dia de mulher



O dia mal começa e a mulher já está em pé! Atarefada entre a sua higiene pessoal e a da familia, no preparo das roupas, do pequeno-almoço, do lanche escolar, a sua mente já está a 1000 por hora. Há ainda que deixar instruções para o almoço, para a compra de certo item, para o pagamento de alguma conta, para chamar atenção na lavagem de determinada peça de roupa, para relembrar algum pendente, haja cabeça!

Apesar de ter sido a primeira a levantar-se e derepente estar às corridas “afinal, qual é? Tens motorista pessoal?”. Entre choros do miúdo, que não quer ficar na creche, o beijinho esquecido, do mano que viu os colegas à porta da escola, e o beijo de anjo, do apressado maridão, lá vai ela com o seu mais radiante sorriso ao posto de trabalho. Na entrada, esquece todas as preocupações e encarna a profissional que existe nela.

Assim vai a semana, ao ritmo da mesma rotina, com algumas e pequenas variações de cenário. O sábado começa com idas ao cemitério e com passagem obrigatória na casa desafortunada para dar uma mão no serviço de chá. Ainda nessa manhã, há que fazer uma corrida ao armazém, supermercado, mercado, talho, mercado do peixe e bottle store, tudo com o intuito de reabastecer a dispensa, o frigorifico e a garrafeira.

Outro sprint, é na corrida ao cabelereiro, no qual se fez marcação, frequentemente, por cima da hora. Derepente, com a cabeça cheia de rolos e dentro do secador, os pés na bacia para a pedicure e as mãos na tigela para a manicure, a primeira pausa do dia para um breve e merecido relaxamento, liga a empregada a pedir para sair cedo porque tem ensaios na igreja. Outro sprint!

Chegada a casa, para liberar a empregada, as crianças estão eufóricas com a hora de ir a festinha em casa de um amiguinho ou a piscina e a pobrezinha mal teve tempo para comer algo! Se pretende, no espaço de tempo em que os meninos estão na festinha se distrair com algo, a pretensão cai em saco roto: há que ajudar a mãe do aniversariente ou então estar presente e atenta aos possiveis perigos que os seus filhos correm e assim acaba o dia.

No regresso, banhos, jantar e pijamas para os miúdos e... finalmente um momento a sós! Pouco depois, há o jantar com o marido, a novela e o filme da televisão, já que o próprio vai a night sabe-se lá com quem mais para além da habitual team de amigos! Na mente, paira já a perspectiva do que será o dia seguinte: ida à missa, preparo do pequeno-almoço, do almoço, visita a algum familiar, banho, jantar e pijamas.

E os hobbies? Será que a nova mulher (a forma-se e, a par das lides domesticas, exerce actividade remunerável) já não tem hobbies? Bordar, fazer crochet, ler, escrever, ir as aulas de tango, cuidar do jardim ou das plantas já não fazem parte do lazer da mulher? Quando é que a mulher lê, tricota ou simplemente senta-se em algum lugar para pôr a conversa em dia com suas amigas? Quais são os hobbies da nova mulher?

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Garras... falsificadas


Mãos elegantes, com unhas longas, naturais e fortes são o sonho de toda a mulher mas se a natureza não colabora, há que apelar, se as condições estiverem garantidas às mãos de profissionais, no caso as manicuristas. Fazer manicure, nos nossos dias, transformou-se num novo conceito de ser e de estar da moda e fashionalizar as mãos pela via das unhas artificiais revolucionou completamente essa moda.

Assim, as unhas naturais gradualmente foram substituidas por unhas de porcelana, unhas de seda e unhas de gel. As unhas de porcelana ou de silicone, que evoluiram para as actuais unhas acrilicas, são unhas esculpidas artesanalmente. Mas as mais conhecidas, e com sucesso indiscutível na praça, são as unhas de gel que mais não são do que extensões artificiais das unhas que naturalmente temos.

Colocadas uma por uma, sobre as unhas naturais, obedecendo a um processo indolor de 1h, que inclui luzes ultravioletas para fixar o gel, este tipo de unhas, que permite o nail art está com tudo e é, como se diz, fashion e, acima de tudo reconheça-se, um assunto que pesa na conta.

O inconveniente é que primeira sessão há exposiçao à luz UV e, quanto ao preço, a sua colocação parece razoável, mas a manutenção sai bastante cara pois cada unha é cobrada individualmente e as unhas naturais podem sofrer durante este processo enfraquecendo e quebrando facilmente. Também, apesar de se poder aplicar nelas o verniz este não pode ser removido com a habitual acetona, para tal existe um removedor especifico.

Em contrapartida, o gel possui uma composiçao quimica inofensiva e hipoalergénico que faz as unhas serem resistentes e fortalecem as unhas naturais (não se podem roer). Estas podem ser tratadas como unhas naturais (limpar, mudar o verniz, pôr apliques, etc.) e especial atenção deve-se ter para com as ofertas de preços baixos: pode significar que o gel em uso foi adulterado e o que provocará alergias ou fungos.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Miomas

Amigos/as hoje vou vos falar de algo preocupante, uma doença que tende a se tornar frequente em nós mulheres, e que nos deixa muito assustadas quando recebemos um diagnóstico, pois imaginamos que é o prenúncio da chegada de um tumor maligno e que não poderemos ter filhos: Os Miomas. Apesar de nascerem benignos e morrerem benignos estão a tornar-se numa autêntica dor de cabeça para os nossos médicos e chegam mesmo a levar a morte das pacientes. O que me preocupa é que cada vez mais mulheres são diagnosticadas miomas, e muitas vezes não há uma informção precisa sobre eles, o mais comum é as mulheres diagnosticadas miomas entrarem em pânico, desenvolverem um quadro depressivo, o que pode levar a outros problemas...

Afinal o que são miomas? De onde vêm?


Definição:

Miomas são os tumores benignos (não cancerosos) mais comuns do trato genital feminino. Se desenvolvem na parede muscular do útero. Embora nem sempre causem sintomas, seu tamanho e localização podem causar problemas em algumas mulheres, como por exemplo, sangramento ginecológico importante e dor por baixo do ventre.

Causas:
As causas exactas do aparecimento dos miomas não são bem estabelecidas, mas os pesquisadores acreditam que haja tanto uma predisposição genética quanto uma maior sensibilidade à estimulação hormonal (principalmente estrogênio) nas mulheres que apresentam miomas. Algumas mulheres que podem ter esta predisposição, desenvolvem factores que permitem que estes cresçam sob a influência dos hormônios femininos. Isto explicaria porque certos grupos étnicos e familiares são mais propensos a ter miomas.
Os miomas variam muito em tamanho. Em alguns casos eles podem causar um crescimento acentuado do útero, simulando uma gravidez de até 5 ou 6 meses. Na maioria dos casos os miomas são múltiplos.

Como os miomas são diagnosticados?

Geralmente os miomas são detectados primeiro durante um exame ginecológico, quando o médico percebe o aumento do tamanho do útero.
Quem é mais propenso a ter miomas?
Miomas são tumores muito comuns. O número de mulheres que têm mioma aumenta com a idade até a menopausa. Embora os miomas possam aparecer na mulher aos 20 anos, a maioria das mulheres não apresenta sintomas até os 30-40 anos. Os médicos não são capazes de prever se um mioma vai crescer ou causar sintomas.
Os miomas podem crescer acentuadamente durante a gravidez, o que parece ser devido ao aumento dos níveis hormonais. Após a gestação, geralmente os miomas retornam ao seu tamanho anterior.

Quais são os sintomas mais comuns?

A maioria dos miomas não causam sintomas –. Dependendo de sua localização, tamanho e quantidade, a mulher pode apresentar os seguintes sinais e/ou sintomas:
Períodos menstruais prolongados e com fluxo aumentado, sangramento fora de época, algumas vezes com coágulos, podendo levar à anemia. Este é o sinal mais freqüentemente associado aos miomas.

Aumento de intensidade das cólicas menstruais.

Dor em baixo ventre, ou mais precisamente, sensação de pressão ou desconforto causado pelo tamanho e peso dos miomas que pressionam as estruturas adjacentes.

Dor na região lombar, flanco ou pernas (os miomas podem pressionar os nervos que inervam o baixo ventre e as pernas).

Dor durante o acto sexual.

Pressão no sistema urinário, o que tipicamente resulta no aumento da freqüência da micção, principalmente à noite.

Pressão no intestino grosso, levando à prisão de ventre e retenção de gases.
Aumento do volume abdominal que pode ser mal interpretado como ganho progressivo de peso e/ou gravidez.

Toda mulher deve preocupar-se com a sua saúde, estar informada e saber identificar as principais ameaças. É um dever de todas! Devem consultar o ginecologista anualmente, e fazer os exames de rotina como o papanicolau, mamografia, ecografia, bem como exames de dosagens hormonais. O ginecologista evidentemente saberá orienta-la.

Fonte aqui

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Ciúmes?!


"No banquete do amor, o ciúme é o saleiro, que ao querer verdadeiro, empresta vivo sabor. Advirta-se, porém, ser erro temperar em demasia. O ciúme, por ser só sal, se posto demais no prato, não tempera, antes, maltrata". Tirso de Molina

Amigos hoje propus-me a falar de um dos mais controversos assuntos, sentimentos, enfim algo, que não sei se gostamos ou se tememos, mas não podemos ignorar porque nos acompanha sempre, quer queiramos, quer não, está sempre lá nas suas mais variadas formas:O ciúme. A palavra ciume provem do latim ”zelumen“ e do grego“ zelos”, e está mais ou menos relacionada com a necessidade que temos em zelar pelo bem estar de alguém especial, seja ele irmão, pai amigo, namorado, marido etc.

Quase todos nós, acredito que não estou a exagerar, alguma vez na vida já tivemos uma crise de ciúmes, e dependendo do estado de espírito podemos até ter armado um “barraco” por conta deles.
Costuma se dizer que os ciúmes são símbolo do amor, ou seja, são uma forma de demonstrar que o sentimento é forte, aliás quem não gosta que a pessoa amada lhe faça uma cena de ciúmes? Portanto, podemos dizer que o eles funcionam como um test driver na relação, porém tanto a sua ausência como o excesso podem prejudicá-la.

Maior parte das vezes uma reacção ciumenta surge quando se descobre/desconfia de uma infidelidade, quando começamos a imaginar como será a/o outra/o, ou quando a/o conhecemos e ao nos compararmos reconhecemos que pode ser que tenha algo mais atraente do que nós, daí o complexo de inferioridade, a baixa auto estima, falta de autoconfiança enfim uma série de sensações desagradáveis.

O ciúme excessivo, faz com que o ciumento tenha atitudes desagradáveis e até mesmo violentas, ele passa dia e noite se martirizando, a imaginar algo, cerca o/a companheiro/a em todos os passos, vasculha no telefone, cheira-lhe as roupas, enfim tudo a procura de provas. Casos há em que o ciúme termina em tragédia em que o/a ciumento/a mata-se a sí próprio/a ou a/o companheiro/a.

Há um tempo atrás, vimos através da comunicacão social dois casos tristes e chocantes, um deles, o homem espancou a companheira, em pleno dia de São Valemtim, alegadamente por ciúmes, o segundo tirou a vida á namorada também por ciúmes, aliás este último é manchete do semanário Magazine Independente desta semana e conta como tudo aconteceu. Não quero falar destes casos em particular, pois acredito que como esse há tantos outros , a minha questão é como uma demontração de amor pode se tornar tão violenta? Será mesmo amor o que se está a tentar demonstrar? Ou então é uma forma “bonita” de justificar um acto tão bárbaro?

Por outro, lado não creio que as cenas de violência aconteçam de dia para noite, em algum momento a pessoa violenta dá indícios de desvio de personalidade, como perceber esses sinais? Como lidar com eles?Para mim um dos grandes problemas reside na dificuldade que existe em separar a cena de ciúmes como demonstração de amor da própria violência ou seja pecebermos que a partir de um certo momento já não se trata de amor, a atitude já não é romântica, muito pelo contrário.

Penso que uma boa orientação no que diz respeito a certos sinais que podem se traduzir em atitudes violentas, a denúncia por parte das vitimas e porque não a consulta a psicólogos de casais/relacionamentos- se é que existem entre nós- que possam fazer um acompanhamento médico caso se conclua que o ciume excessivo pode ser uma patologia poderiam ajudar na redução de casos de violencia por ciume.

Embora na maioria dos casos destes sejam contra mulheres, é importante recordar que o comportamento violento tambem ocorre em mulheres, já ouvimos histórias de mulheres que matam ou queimam o companheiro enquanto este dorme, outras ainda optam a castrá-lo ou mesmo, nao sei se é verdade ou não, recorrem a métodos tradicionais para fazer com que marido (ou ex ) não “funcione” , não saia de casa, enfim...


Bem, não posso deixar de dizer que algum nível de ciúme me parece necessário para uma relação, como dizia o poeta “o ciúme é o tempero do amor”, pois é, na medida certa e bem misturado com outros ingredientes pode trazer felicidade. Não acham?




Foto tirada daqui

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Código de segurança



O telemóvel, para além da possibilidade de poder comunicar a qualquer momento e com qualquer pessoa que o possua, trouxe uma nova forma de ser e de estar na nossa sociedade, em geral e no relacionamento amoroso entre as pessoas, em particular. Motivo de brigas entre casais, muitos encontraram no código de segurança a “segurança” para guardar as suas trafulhices sem chatice.

Os telemóveis pela multiplicidade de funções (efectuar e receber chamadas, redigir e receber sms, ver e enviar emails, postar comentários em blogs, etc.) e de possibilidades (armazenar mensagens, notas, acontecimentos marcantes, imagens, videos, personalizar toques, etc.) acabaram tornando-se cofres-fortes ambulantes pela infinidade de segredos cabeludos que guardam em si.

Muitos homens, e mulheres, justificam a colocação do código de segurança como escudo protector para evitar que outrém faça uso indevido da máquina (aí crianças adolescentes são as maiores vitimas). Sendo que, geralmente, os homens são os primeiros a “blindar a caixa-forte”, devido a uma briga originada por mensagem de conteúdo suspeito ou chamada em hora imprópria, com retorno em monossílabos, as mulheres seguiram-lhes as peugadas.

Deste modo, casais que partilham segredos de alcova, de negócios e outros de fórum restrito, no que se refere ao telemóvel, o código de segurança é guardado a 7 chaves, melhor do que o código de um cartão bancário. Porque assim será? Devem ou não, companheiros de alcova, usufruir sem limites do telemóvel do outro?

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Geografia dos Amores

AVerdade foi à procura dos lugares, no Grande Maputo, onde os residentes da capital do país dão facadas no seu relacionamento conjugal e não só. O fenómeno, moral e religiosamente condenado, estáem alta e a encher os bolsos dos proprietários dos “escondidinhos” –hotéis, pensões, esplanadas, barracas e até casas familiares – que exploram esses prazeres alheios no Grande Maputo…


Acomodada em sofás, uma dúzia de casais ilegais espera pela oportunidade de entrar nos cerca de 20 quartos que, às 18 horas de uma terça-feira, estavam superlotados desde às 10 horas que cá estamos. Há casais de todas as idades e classes sociais. No meio está um par dequinquagenários envolto em beijos e carícias. À esquerda uma ‘quatorzinha’ meio envergonhada na companhia de um homem barrigudo ecom idade para ser seu avô, dono de um BMW e barba farta. Também aguardam, pacientemente, pela sua vez. À direita estão dois, quatro,talvez mais pares de jovens que passam o tempo com mais um duplo de uísque ou de amarula.
Ninguém olha para ninguém. 11, 13, 16, 20, 22 Horas: pares, exaustos,vão saindo, cúmplices, um a um ou abraçados e entram, cabisbaixos, nas viaturas. Há aventureiros que vão como vieram: pelas suas próprias pernas. Aqui o jogo é este: em função da hora de chegada, os ‘amantes’ são convidados a ocupar os quartos por uma, duas, três horas ou mais, consoante o bolso e tempo de cada um.


Inimigo íntimo
Dinheiro. Comida. Carro. Diversão. Liberdade. Extravagância. É o que esperam da vida essas pessoas que fornicam com ‘maridos’ e ‘esposas’ alheios em quartos de hotéis, motéis e pensões. Ou em casas familiares, esplanadas e barracas que aprovisionam quartos para tal fim.
Antes encarado como um prémio da relação amorosa, o prazer sexual há muito que passou a ser direito dos maputenses que se iniciam mais cedo, têm mais parceiros e se casam mais tarde.


Tó Sam, 35 anos, casado há 10 e frequentador assíduo desses locais,aceitou contar ao @Verdade os passos da sua infidelidade: “Comecei atrair a minha mulher ainda na fase de namoro, com colegas da escola ouvizinhas.” Apanhou o vício, daí que, mesmo depois de passarem a viverjuntos e terem um filho, ele continua a trair a sua cônjuge que,conformada, até já coloca preservativos nos bolsos do marido. “Não há como: de repente você recebe uma chamada, um “e-mail” ou um “sms” aconvidarem-te para uma conversa e, quando chegas ao local, abrem-te asportas de um carro que te leva para um hotel onde te pagam tudo…ah, então diga: como não cair na ratoeira assim?!!!”


O mapa erótico…
O século XXI, com o advento da internet e dos telemóveis, reduziu asdistâncias. É com base na internet e telefone celular que as pessoas agendam encontros eróticos. Só na cidade de Maputo, exemplos são aos milhares. Muitos funcionam escudados por detrás de restaurantes, pensões, esplanadas e barracas. Um dos mais procurados está em plena Avenida Eduardo Mondlane, defronte do “Covo”, onde os casais recebemchaves de quartos do andar superior. Preço: 200 meticais/hora. É um desafio à imaginação andar quinhentos metros de uma avenida de Maputo sem que se encontrem lugares idênticos.
Há na Sommerschield, na Polana-Cimento e “Caniço”. Na baixa da cidade há dezenas de pensões que exploram esses prazeres alheios para ganharem muito dinheiro. Idem no Alto-Maé, Malhangalene, Benfica, Catembe e Triunfo. Na Matola também.
Naquilo que se classifica como nova tendência, os aventureiros sexuais fogem da zona urbana para a periferia, uma tentativa de sedistanciarem do “faro” e do olho dos parceiros – legais – familiares, ou da sociedade. Quem descobriu a façanha e investiu em quintas disfarçadas em casas de pasto está a ganhar muito dinheiro. Lá, os preços variam em função da qualidade dos serviços prestados: quarto com ar condicionado, cama casal redonda, TV ‘multichoice’, água canalizada e quente oscila entre 300 e 500 meticais/hora. Geralmente, são locais concebidos com parques de estacionamento, bar e restaurante com churrascos onde, no caso de superlotação, servem de perfeitas salas de espera.


Perigoso...
Fornicar ilegalmente pode parecer bom mas também pode ser o começo dofim de um longo sonho que começa(ria) com aquele cenário clássico em que, com uma gravata apertada e um belo vestido branco com véu egrinalda, o padre abençoa a união e exige das partes envolvidas uma declaração pública, com testemunhas, segundo a qual se deve “serfiel, amar e respeitar, na alegria e na tristeza, na saúde e nadoença, seguindo amando e respeitando, até que a morte os separe”.Mas está difícil. O fácil, porém, é chegar a esses “escondidinhos” e “comer a fruta proibida”, tal como Adão e Eva o fizeram contra a vontade divina, não obstante ter-lhes advertido de que “ (…) tudocomereis, mas da árvore da vida não comereis”.
O perigoso – e curioso, infelizmente – é que essas pessoas nasceram e/ou cresceram diante da propagação do SIDA. Mas a doença não travou a multiplicidade de parceiros, como se imaginava. Como Tó Sam, muitosdos que praticam relações extra-conjugais raras vezes usam(correctamente) os preservativos. Elias Mubai, 40 anos de idade e umdos gerentes desses “escondidinhos” conta o que lhe atormenta há anos:“ Já acudi a casais que lutam ou saem dos quartos zangados por causado ‘usas-ou-não-usas preservativo!” Como ele, muitos dizem que ospreservativos permanecem longo tempo nas gavetas das cabeceiras porque não são usados. Isso faz-lhes pressupor que muitos casais devem estara manter relações sexuais ocasionais desprotegidos. E a contribuírempara o elevado índice de seroprevalência. “ Não sei porquê!”, remata onosso interlocutor.


Porque me trais, já não tens coração, amor?
Ninguém duvida de que a traição sexual acontece quando há algum tipode insatisfação, seja ela amorosa, física ou material. Como seres humanos, homens e mulheres são movidos pela busca incansável do prazere vão em sua busca.
Fora a questão material, a explicação que os académicos tentam encontrar é, como diz, no estudo que está a conduzir, Tânia, de 28anos, psicóloga e professora universitária: “Estamos mais livres, aprendemos o caminho do prazer e já não queremos sair da cama sem onosso orgasmo”. Para tal, basta “levarmos camisinhas na bolsa, tomarmos a iniciativa na hora da ‘paquera’ e trairmos quando estamos insatisfeitas. Por outras palavras: “ Vamos à luta sem medo!”
Para Tom, de que falamos anteriormente, trair é uma coisa naturalíssima no ser humano: “O desejo que não está ligado ao amor, isso acho que todo mundo já deve ter sentido na pele e a vontade de viver com emoção”. Estas duas coisas são indiscutivelmente humanas. Eé por isso que a traição ocorre. Os homens traem e as mulheres também.
É a liberdade sexual que cresce de forma avassaladora? A psicóloga eprofessora universitária refere que sim. E justifica: “Embalada nessa busca, que muitas vezes é incentivada pela pobreza – material, moral eespiritual – a modernidade que a sociedade conquistou contribui para a actual tendência de relações extra-conjugais”. Tânia explica que “isso deriva do facto de, mal veiculada, a mensagem sobre o SIDA ter sido,por consequência, mal apreendida”. É como se, enquanto se apela ao ‘NÃO TRANSE SEM CAMISINHA’, e a Bíblia diz “NÃO ADULTERARÁS”, asociedade entendesse justamente o contrário: “USE O PRESERVATIVO E FORNIQUE ”. Uma vez confrontados com o facto, religiosos como Dom Diniz Sengulane já disseram que “vivemos numa época em que já ninguém tem coração.”

Sinais de traição frequentes
Segundo a revista “Nossa Vida”, um destes sinais pode revelar traição. Contudo, recomenda para se ter sempre presente de que existem hipóteses de o seu cônjuge não a estar a trair e que a desconfiançaseja feita sempre de forma a não destruir a relação para o caso de as suas suspeitas serem infundadas.


Masculina: 8
- Não deixa que ninguém toque no seu temóvel ou computador;

- Chega a casa com um cheiro diferente;

- Nada mais o chateia;

- Começa a produzir-se mais;

- Começa a ser mais desconfiado;

- Começa a dar respostas rebuscadas demais;

- Gasta mais dinheiro e não é capaz de o justificar credivelmente;

- Já não está tão interessado no sexo.


Feminina: 6
- Passa mais horas fora de casa;

- Maior preocupação com a aparência;

- Pode não fazer sexo com o marido pois fica mais “fiel” ao amante;

- Aumento da conta do telefone;

- Não menciona o nome do amante mesmo com as amigas;

- Contacto frequente com o “colega” de trabalho.

Escrito por Anselmo Titos (recebido por email)

segunda-feira, 29 de junho de 2009

O cabelo



‘O cabelo é a moldura do rosto”

O cabelo é um dos símbolos mais importantes da tanto da feminilidade quanto da masculinidade, ele desempenha um papel fundamental na composição, modelação e definição da aparência. Para muitos de nós o cabelo projecta uma mensagem, dando a conhecer a personalidade da pessoa, chegando muitas vezes a não ser necessário falar com ela, bastando apenas, olhar para o cabelo, para se perceber o seu estado de espírito, as suas vaidades(?), enfim é um prenúncio do que somos, seja homem ou mulher.

Do lado feminino muitas mulheres quando não estão bem com o cabelo que usam, sentem-se com a auto estima em baixo e super inseguras, portanto o cabelo é simultaneamente estectica, beleza, sedução, afirmação e segurança, por isso é que pelo menos uma vez por semana, algumas delas, visitam um cabeleireiro.Não imaginam quando chega o domingo a tarde e ela não teve tempo de cuidar do cabelo, só de pensar que vai sair a rua por uma semana com o cabelo desarranjado é um desgosto!

Dado o poder e a força que o cabelo vem assumindo nos últimos tempos o mercado deste evoluiu muito e é bem movimentado, e recheado, existem várias opções desde os produtos que o transformam aliasando-o ou encaracolando-o, apliques, perucas, tranças, dreads e até prescindir deles virou moda, em tempos só os homens poderiam tirar todo o cabelo, agora é muito comum encontrar mulheres sem um cabelinho sequer, mas também a reciproca é verdadeira é comum encontrar homens que usam tranças ‘tradicionalmente’ femininas, nada contra, desde que estejam bem arranjadinhos porque não?


Os cabelos também viraram um negócio lucrativo à vários níveis, tanto para quem cuida deles (salões de cabeleiro, hoje institutos de beleza), para quem revende os vários produtos a ele relacionados, assim como há mulheres que os criam para depois cortarem e venderem, este negócio (das extenções) é muito lucrativo e atinge até celebridades casos da actriz e cantora Cher que vendeu os seus cabelos por cerca um milhão de dólares para pagar um cirurgião estéctico!


Esta busca da estectica, segurança enfim um aditivo na beleza feminina do lado masculino nem sempre é encarada com bons olhos.Muitos homens pensam que as mulheres buscam alternativas ao cabelo natural, porque querem esconder a sua realidade, chegando até a fazer piadinhas.Uma das razões para que isso suceda cada vez mais é que nos tempos de hoje as mulheres têm uma agenda diária super preenchida tendo que cuidar da casa, marido, filhos, trabalho etc e muitas vezes não encontra um tempinho para si própria e claro para o cabelo, mas também é preciso aceitarmos e admitirmos que se fosse o inverso uma despreocupação com o cabelo também geraria outra inquietação!

Não que eu seja acérrima nem fervorosa defensora de apliques e outras transformações que se fazem hoje ao cabelo mas a verdade que seja dita manter o cabelo natural requer muitos cuidados é uma empreitada inimaginável, daí que para racionalizar, optem pelas alternativas que o mercado oferece. Portanto, estamos apenas a unir o útil ao agradável, afinal quem não gosta de se sentir bela, ou qual o homem que não gosta de se fazer acompanhar por uma beldade e que esteja na moda?

Outro aspecto a ter em conta que provavelmente desagrade aos homens são os investimentos no cabelo, muitos homens acham que cuidar do cabelo é uma despesa desnecessária, nalguns casos podem ter razão (ai, ai, ai) é que há mulheres mudam o cabelo porque a amiga, vizinha irmã ou colega mudou, e pior não se preocupa em querer saber se o companheiro vai gostar ou não. Penso que seria importante dar algum espaço para que ele dê uma opinião e diga como gosta de vê-la.

Já para o público masculino, o cabelo deixou ser uma simples forma de se apresentar, a fase de ir cortar cabelo literalmente já passou! É comum vê-los passar horas e horas no salão a acertar a “escovinha/picante”. Há um aspecto que os deixa bastante preocupados é a queda do cabelo que os torna calvos e até mesmo carecas, agora já há soluções para esse “mal” os homens já podem fazer implantes no cabelo, agora não me perguntem se as carapinhas também podem ser implantadas porque não sei. Mas não se preocupem, há um ditado que diz que “é dos carecas que elas gostam mais” pode até ser... oh meninas o que acham?

Para terminar e ao tudo indica o cabelo é um assunto do qual todo o mundo entende um pouco por isso é que também não está isento de mitos. Verdadeiros ou não, muitos de nós seguimo-los como sempre, vamos recordar alguns deles:

- Os cabelos brancos quando arracados multiplicam-se – Esta de certeza não é nova,
-Os muçulmanos depois do sexo lavam os cabelos (ou a cabeça?)-Como forma de se purificarem, é que depois do sexo sentem-se imundos (?),
-Quem está menstruada não pode pegar cabelo de ninguém, porque pode se partir- Pois é, sempre que forem ao salão não se esqueçam de perguntar se a cabelereira está “naqueles dias”,
-Duas pessoas não podem trançar a mesma cabeça-Ohh esta também não é nova, dizem que a cabeça doi,
-Durante a gravidez, os cabelos crescem mais- Bem, até é verdade, deve haver uma explicaçã científica para o fenómeno.

Como viram o cabelo é mais do que um complemento da cabeça...

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Dono-de-casa?


O berço no qual nascemos e o leite que bebemos na nossa infância, metaforamicamente falando, reflectem-se na forma como agimos quando adultos. Uma das grandes lições de vida que os homens recebem, ao longo de seu crescimento, é que são eles que devem sustentar suas familias pelo que para tal devem ter sempre uma actividade remunerada ou qualquer outra forma de rendimento.

Muitas vezes, não por vontade pessoal, e por várias razões (desemprego, condicionamento fisico, etc.), o homem vê-se impossibilitado de levar sustento à mesa de sua familia. Esta situação, apesar de constrangedora, em nada diminui a masculinidade do homem, isto se este não fizer disso um motivo para nada fazer em absoluto.

Muitas vezes, mulheres com maridos fora do campo laboral não se chateiam por estes nada fazerem que traga sustento para a familia, apesar de todos os inconvenientes, mas pelo facto de estes nem sequer mexerem uma palha para seu próprio beneficio como fazer o seu próprio pequeno-almoço.

Estarão essas mulheres empenhadas em fazer de seus homens donos-de-casa? Poderão os nossos homens encarar as lides domesticas com tanto à-vontade e zelo como o faz Carlos Roberto de Paula? O homem moçambicano tem humildade suficiente e, acima de tudo, coragem para se assumir como dono-de-casa?