quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Uma vida inventada

Tenho o livro a meio e mesmo sem terminar, aconselho.

“Com uma narrativa que destila ironia e senso de humor, Maitê Proença mistura literatura e vida para contar casos surpreendentes, entremeados pela história de uma menina que quis desbravar o mundo e, descobrindo-o, descobriu a si mesma. A segunda incursão da atriz na literatura confirma o seu talento no campo das palavras e mostra que, mais importante do que a verdade é o jogo narrativo em que ela nos envolve."
Não posso deixar de concordar com a resenha do livro. Qualquer coisa… quando terminar posso emprestar.
Bjs meus

Frase da semana: A vida ideal consiste em ter bons amigos, bons livros e uma consciência sonolenta. Mark Twain

7 comentários:

X!mb!t@nE disse...

Dizia a pouco um amigo, por acaso comum a nós duas, "Maite é uma mulher com M". Não vive na natureza, é a natureza, por ai (ele que me perdoe se nao guardei as palavras certas)

Gostei imenso dessa ideia Avid, a da troca de livros. Faz-me lembrar os tempos de liceu (hehehee, como se fosse desse tempo) em que trocavamos banda desenhada, os livros de mistério juvenil, por ai. Lembras que também coleccionavamos coisinhas? Folhas de papel, convites,selos, etc, etc

Gostaria de ler esse livro, sobretudo entranhar em mim essa Mulher, a Maite Proença. Manda-me esse livro que eu farei o mesmo com o que estou a ler agora "101 dias em Bagdad" de Asne Seierstad.

Plagiando, bjus meus

haid mondlane disse...

Mulheres com "M" maiúsculo. penso que é isto que voçes mostram ser MULHERES DE MOÇAMBIQUE.


PARABNÉS pelo blog. está lindo e acima de tudo é algo edificador da personalidade daquelas(es) que o lêm.


força meninas!!!

Jácome D`Alva disse...

Tambem tenho alguns para troca. Emprestaram-mos mas agora troco!

Jonathan McCharty disse...

E' verdade que a Maite' e' um mimo!
Hum, e esta foto condiz bem com o tema em debate: muito artistica mesmo!

X!mb!t@nE disse...

Humm, Haid Mondlane? Creio que o seu nome já foi referencia num artigo aqui no Vasikate. Se a memória nao me trai, foi em "Nu artistico vs Nu vulgar".

Se estiver em erro, perdoe, as mesmo assim continua sendo muito benvindo no nosso espaço!

amosse macamo disse...

sem querer fugir do que aqui se trata, este título"uma vida inventada"sugeriu-me vários cenários, e o primeiro. fez me recordar o Dr. Domingos Arouca, na festa do seu aniversário em que dizia que os jovens, correm para uma vida de ostentação recorrendo muitas vezes, e para sustentar a mesma, ao ilícito penal. uma segunda, é de bons e grandes amigos que tenho, que possuem carros último grito e que vivem com a mãe e/ou dependéncias e até nos próprios carros, de algnus que não comem e investem tudo em roupas, estes, vivem pendurados em restaurantes, consumindo o mínimo e nunca levam os amigos a sua casa, uma segunda, de tantos que declarada a incompeténcia, escovam e como modo de sobrevivéncia, o chefe para viverem, de muitos, que sobrevivem ao masacre do custo sempre crescente de vida mas sobrevivem, dos que tentam imitar um estilo de vida que sabem não poderem suportar, dos que exclui, porque não posso tipificar todas as questões da vida social e me questiono:
não vivemos todos vidas inventadas?

Avid disse...

Ximby
Yap amiga… a ideia da troca continua em pé. Tenho poucos amigos que realmente gostem de partilhar comigo o amor pelas letras e, os livros que amo não são só para enfeitar as parteleiras da minha casita (que já são poucas). Ando meio ocupada e tenho lido pouco, mas assim que terminar é a tua vez de ler.

Haid Mondlane
OBRIGADA! Adoro elogios e sem falsas modéstias acho sim, que eu e as meninas fazemos parte do grupo das mulheres com M maíusculo de Moçambique. Volta sempre que a “casa” tá aberta.

Jacome
Meu querido amigo. Estranho ler um comentário desses vindo de ti. Normalmente temos de preservar o que não é nosso. Quando se tratam de livros, principalmente. Podem ter um valor especial para quem tos emprestou e acho que (opinião pessoal) quem empresta um livro a alguém tem de confiar plenamente nas mãos que os vão receber. Já perguntaste se o dono (a) não os quer de volta? Partilhar tem a ver com dar e receber. Mas… espero que tanto tu como as pessoas a quem emprestam saibam dar valor o que têm nas mãos.

Jonathan
Concordamos na opinião sobre a Maité, conheço-a do “saia justa” e este é o primeiro livro dela que leio. Passei a admira-la ainda mais. Quanto a foto… lol (fiquei tímida)… e perdi as palavras para comentar hahaha…

Amosse
Adorei o seu comentário. Eh…acho que essas famosas “fugas” para as vidas paralelas são o pão nosso de cada dia. Exactamente por isso que o livro é delicioso de se ler. Encontramos gentes iguais. Sonhos. Destinos. Coisas comuns e sonhos adiados. Tudo isso traduzido em farsas diárias que se compõem de um quotidiano hipócrita mas…extremamente real. Ou inventando. Who knows?

A todos que me visitaram e comentaram no meu primeiro post aqui,
Bjs meus